
O romance evidencia, portanto, "o imperativo das decisões vitais, na improbabilidade de uma ciência racional e experimental que as informe a cada passo (...) apresentando características de ficção psicologística burguesa ao gosto dos anos 30, com a vantagem, no entanto, de a motivação das personagens ou de cada atitude ser dada de um modo metafórico, ou pelo menos imaginoso, e não abstracto" (in História Ilustrada das Grandes Literaturas - Literatura Portuguesa VIII, 1ª edição, 2º Volume, Lisboa, Editorial Estúdios Cor, 1973, p. 698).
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